13 de abril de 2009
Volto para o antigo, porém agora mais novo!
Eu volto…
Retomo o que fora perdido, o que nunca foi esquecido…
Estou aqui…
Volto para o antigo, porém agora mais novo!
Eu volto…
Retomo o que fora perdido, o que nunca foi esquecido…
Estou aqui…
Que susto levei na quarta-feira, 30 de novembro, após o meu chefe ter dito que minha matéria tinha sido publicada. Não acreditei, até realmente comprovar a veracidade do fato. Na realidade quase caio pra trás ao ver que além de publicada, era a manchete daquele dia.
Procurei palavras para descrever minha felicidade, uma estudante de jornalismo, que apenas enviou uma sugestão de pauta para o jornal ver sua matéria publicada como manchete e ainda assinada, é algo indescritivel. Ainda mais por ser no campo que eu anseio atuar: politica social.
De certo, o assunto é bem polêmico e as repercusões no dia seguinte foram bem escadalizantes.
Espero que o assunto abordado na reportagem sirva para melhorar a vida da população mais carente e nao apenas um objeto de mídia para ganhar seus interesses particulares. A saúde pública precisa ser melhorada e nao apenas ser tratada como arma para articulações politicas.
Bom, vou abrir espaçoa para que você possam ler a matéria na integra.
Obrigada a todos que torceram por mim e espero chegar ainda mais longe… Estou começando a aprender a como seguir a estrada da minha paixão: o jornalismo.
"Dois mortos por falta de atendimento médico
MARABÁ Internações são recusadas pelo Hospital Regional
O paciente José Jeová Araújo Souza foi vítima do total descaso médico no domingo, 13 de novembro, em Marabá, após ter se dirigido ao Hospital Regional, e sido impedido de receber atendimento, por ordem do médico plantonista identificado por Dr. Jânio. O médico justificou a ação alegando falta de encaminhamento adequado por parte do paciente.
Após a peregrinação que começou desde a noite de sábado (12), em uma clínica particular que não possuía CTI, a vítima, que precisava de atendimento na terapia intensiva, veio a óbito na madrugada de segunda-feira, dois dias depois de ter passado mal por conta de dores abdominais. O fato provocou a revolta dos familiares que perderam o ente querido, em função da burocracia instalada no HR, que impossibilitou que fosse dada a assistência adequada.
O sistema público no local não foi capaz de seguir à risca o seu principal propósito, o de dar atendimento gratuito à população carente, ao vetar a entrada do paciente e não atentar para a saúde do cidadão. “É vergonhoso ver que um hospital recém-inaugurado e com todo aparato estrutural para servir à população possa ter um comportamento tão seletivo que impede a entrada de pacientes que necessitam de cuidados médicos adequados”, diz Ivonide Nascimento, parente da vítima.
Apesar de toda a estrutura do hospital e da grande equipe médica, a burocracia vem dificultando o atendimento. Segundo relatos da população, o hospital exige que sejam feitos pedidos antecipados para efetuar a internação de doentes. Tal situação faz-nos refletir sobre a função do atendimento hospitalar público naquela região, que mais parece ser um centro de excelência de caráter elitístico.
O que aconteceu com José Jeová não é um caso isolado. No domingo, 5 de novembro, Maria José de Oliveira, de 69 anos, também foi vítima dessa situação calamitosa que envolve a saúde pública de Marabá. Semelhante à situação de José Jeová, a equipe médica do Hospital Regional (HR) recusou a atender a paciente por falta do encaminhamento que deveria ser solicitado através da Central de Regulação, da Secretária Executiva de Saúde do Estado (Sespa), ou pelo Samu. Aguardando o atendimento, familiares de Maria José resolveram esperar até segunda-feira, mas infelizmente a doente veio a óbito em sua casa.
Assim como essas duas pessoas, existem inúmeras denúncias da dificuldade de conseguir um atendimento no Hospital Regional, dando continuidade ao estilo presente em todos os hospitais entregues pela atual gestão no Governo do Estado. "
Natasha Moreira
FONTE: O DIÁRIO DO PARÁ
30 DE NOVEMBRO DE 2006.
“Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino. Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa".
Luis Fernando Verissimo.
Parecia uma manhã pura, com o sol radiante e um sentimento difícil de explicar, um misto de coisas estranhas no coração dele. Um momento para a duvida, o impulso para o suicídio. Tamanha foi à brutalidade que ele fez consigo,foi incompreendido por muitos, mas um corajoso para poucos. Seu coração estava se sentindo mal demais para continuar vivendo, e essa foi a alternativa mais cabível que ele viu para mudar o que sentia, e talvez fosse a única.
Acorrentado por seus fantasmas, preferiu sua libertação através da morte. Foi até onde pudesse suportar, mas a dor e a agonia foram maiores que seu desejo de viver, se é que ele possuía algum. Não importa quanto tempo passe, ele sempre estará lá… Naquela janela observando o minuto do seu impulso final para o único salto de sua vida.
O mundo passou para ele, e os que ficaram ainda buscam respostas coerentes para aquele ato. Hipocrisia dizer que o suicídio é coisa de pessoas fracas, quem nunca pensou por um momento acabar com tudo? Alguns até tentam, mas desistem pela dor ou pelo receio da morte.
A porta se abriu quando ele já estava voando para o seu destino… Um vôo sem pouso seguro, apenas realizado com a determinação de um piloto iniciante. Sem pára-quedas e sem asas, só seus braços tentando abraçar seu último momento. Conciliar o pouco de desespero que havia no seu coração e a sensação de liberdade, a única que tivera desde então.
"Saudades e lembranças, amigos e inimigos, meus pais e minha família", pensara tudo naqueles poucos segundos de consciência, mas era sua escolha.
De quem seria aquela voz? Percebeu que escutava seu próprio canto, calado muitas vezes pelas tristezas e decepções. A janela se abriu, seus olhos se fecharam.
Saindo um pouco da linha do blog e partindo pro meu lado pessoal, algumas coisas vem acontecendo de forma que eu não compreendo. De fato, apesar de parecerem estarem distantes, mas me envolvem de tamanha maneira que tentei expor nesse pequeno texto.
Paz a você que se foi.
Aparentemente uma pergunta tola, entretanto quando nos aprofundamos nela, veremos o porquê de tal questionamento.
De certo, quem foi eleita governadora do estado do Pará, foi Ana Julia Carepa do PT, mas basicamente foi o apoio do PMDB, de Jáder Barbalho que deu a ela a vitória. Foi estampada em todos os jornais nacionais e regionais, a reviravolta da candidata petista, pois, a diferença de votos que ela tinha no 1º turno, dariam uma vitória apertada para o tucano Almir Gabriel. Entretanto, eis que surge o "mestre" Barbalho e sua máquina de votos.
Após o apoio dado pelo PMDB, foi imediata a ascensão da petista. A vitória era certa, pois, nada mais nada menos que o Barbalho, estava ao lado dela. Agora com que interesse? Foi na véspera das eleições que vi como ainda a legião petista é tola e ingênua, em uma conversa (posso chamar assim) pelo MSN, percebi se continuarmos com o pensamento de que: "Todo mundo rouba, então deixa o PT roubar um pouco mais", não iremos progredir nunca. Levantou-se a questão de que o apoio dado pelo PMDB era puramente inocente e que nada mais queria a não ser tirar o monopólio de 12 anos do PSDB. Penso que seria melhor rever os meus conceitos de política se isso fosse verdade.
É claro que a "ajudinha" dada pelos peemedebistas foi muito mais além do que derrubar os tucanos do poder. Acreditar que eles não vão mandar e desmandar no estado é pura tolice. Não são apenas especulações, vejam os exemplos de Brasília, em que o presidente Lula é uma marionete. E porque no Pará seria diferente?
Ana Júlia ainda pode ser considerada uma criança perto de Jáder e do imenso poder manipulador que ele possue. E nessa história quem é mais forte? Se pensarmos apenas que o ninguém se intrometerá nos assuntos e decisões políticos do estado, estaremos fechando os olhos para nosso próprio nariz. A nossa governadora eleita já anunciou um governo de coalizão.
Agora serão 4 anos, sendo governados pela máscara feminina de Jáder Barbalho.
Mais uma eleição e a certeza que o conceito de política se perdeu totalmente. Atualmente o que se vê não é mais a apresentação de projetos para o país, mas sim a troca de acusações dos candidatos aos cargos públicos.
Será possível que não se pode fazer uma política limpa?
Nos debates, comícios e outras situações… Tornam-se espaços para a troca de acusações levianas sobre a administração alheia. É um eterno "fez e/ou não fez". Penso ser um total falta de respeito com o eleitor, que fica no meio deste fogo cruzado.
Veja o caso do último debate dos candidatos a presidência do país, Lula(PT) e Alckmin (PSDB), pergunto-me até agora o que foi aquilo. Creio que acharam aquela arena parecida com um ringue, pois, o que saiu de lá nada tem a ver como a forma de qualquer um dos dois governar o país. Imagino que não estamos em pé de guerra, entretanto parece houve uma ruptura dos preceitos de cordialidade naquele momento.
Foi visível a forma agressiva de Lula ao transcorrer no debate, e o sarcasmo e cinismo de Alckimin. Não houve respeito pelos público que estava presente e nem para os que assistiam pela tv. É uma pena, pois o que vi foi apenas palavras ao vento e cenas de total descontrole por parte de ambos.
Eles esqueceram de mostrar o que o povo quer ver: Soluções para o atual momento sócio-econômico do Brasil. Cenas desse nível vemos quase todos os dias.
Tal comportamento desqualificado não foi excluviso dos presidenciáveis, mas também dos candidatos a governos dos estados que tiveram 2° turno. Um exemplo são os candidatos a governo do estado do Pará, Ana Júlia (PT) e Almir Gabriel (PSDB), que mostraram como se comportam perante as câmeras, um bate-boca e uma falta de classe que surpreende qualquer pessoa.
Essa eleição foi mais uma que mostrou o baixão calão da política.
Peço a nossos digníssimos políticos procurarem o conceito de política e relacionarem com o que realmente estão praticando. E quem sabe dá proxima vez agir com caráter e respeito com a população brasileira.
Vote consciente!
Não, apesar do título, não trata-se de uma parábola biblica, mas sim um comentário sobre a campanha de Alckimin.
A campanha do candidato do PSDB, veio com um quê a mais das outras de seus antecessores tucanos. Eles aprenderam com o Lula! Sim , quem duvidava que Lula lá, tivesse algo a ensinar para os partidos de direito, se enganou. Vejamos, ele ensinou a como a utilizar a humildade pra chegar no topo.
É óbvio que conquistando a massa, através de um comportamento simples é possível conseguir uma quantia significativa de aliados. A velha visão do "Pai" recai sobre o político. Lula utilizou essa imagem por anos, ele foi simples, trabalhador, um homem do povo , digno! Assim, Geraldinho faz agora. Toma café em padaria do suburbio, toma sopa no restaurante popular… E o que mais falta pra ele se aproximar do povo?!
Sugestão: Dormir em um barraco lá da Rocinha, passar fome… Etc.

É do jeito que esta a situação do país, apela-se até para os metodos do adversário. Como dizem por aí : "Na politica, nada se cria, nada se perde, tudo se aproveita!"
Informa implica em arriscar a vida!
É isso que sofremos como jornalistas, estamos cercados de aves de rapina que querem nosso sangue quando agimos contrarios aos seus interesses.
Temos vários casos dessa violência estupida, o mais recente é o da jornalista russa assassina na porta de seu edificio. Vemos que é algo que abrange um cenário mundial, não apenas limita-se no regional.
O que fazer?! Calar?! E a informação, as denuncias ?! A sociedade tem que se alienar por causa de uma camada de irrelevantes ordinários que procuram omitir fatos através da volência?
Não, claro que não, somos muito mais do que marionetes, somos articuladores de idéias no qual a noticia , a denuncia devem ter tratamento primordial em nossa profissão. Temos o dever, a obrigação de alerta, não manipular, mas mostrar de orma transparencia o que se passa por trás dos panos… Maracutaias, lama, poeira… O que for, estamos aqui para cobrir os fatos, e nossas vidas mostram como isso incomodam os que temem a reação da massa.
A violência contra os jornalistas, é contra o povo, marca de sangue a bandeira da tão falada "liberdade de expressão" e dos direitos à informação.
Calar a voz de uma pessoa, faz apenas com aumente mais o número de pessoas falando. E aí, vão calar todas?!
Normalmente quando uma criança pega algo do coleguinho, sua mãe repreende a ação impensada e muitas vezes ingênua, fazendo-o enxergar o quanto é feio tal atitude. E elas obedecem, porque a mãe é um exemplo… E seguimos exemplos.
Depois, quando crescemos, procuramos em ídolos, mártis etc.. exemplos para seguir. Entretanto, alguns desse "ídolos" nos decepcionam acabam utilizando seu patamar elevado (no caso de politicos) e fazem as piores falcatruas com o dinheiro público. São dossiês, doláres na cueca, mensalões, a velha história do "Eu não sabia de nada", lobby e etc..
Esses tempos são tantos os escândalos que é até cômico citá-los, um pior do que o outro. Será que quando eram crianças a mãe dessas figuras nunca disseram a eles que roubar é feio? É incrivel, pois estamos perdendo aos poucos a credibilidade nas ações do Estado por causa de uma classe de políticos que resolveram tirar o nosso dinheiro dos cofres para por em suas cuecas tamanho XGGG.
Onde está a justiça?! Ah, claro a justiça só vem pra quem rouba pra comer, mas não pra quem rouba por luxo. É bom ressaltar!!
Incrível, não dizem por aí que o Brasil é pobre?! Que pobre nada, o país é rico… Rico em ladrões de alto calão , tirando o nosso dinheiro para enriquecer suas contas na suíça e paraísos fiscais e no fim de tudo saírem dançando a dança da vergonha, da corrupção.
Acreditamos que aqueles que um dia disseram lutar do nosso lado fossem ser o que precisavamos, aqueles que iriam beneficiar o ensino público, o salário mínimo, nossa saúde e segurança… Doce ilusão!
Fomos roubados … Roubaram nosso dinheiro… Roubaram nosso sonho!
Ainda se levantam rumores sobre certas atuações de ambos candidatos no debate da BAND. Por um lado, o tom ameaçador de Geraldo Alckmin fez crescer em Lula um sentimento tirano relacionado com a ditadura, tanto foi que logo apóso final, em entrevista, pudemos ver no seu rosto o temor em relação ao tucano. Incrivel foi a comparação do comportamento de Alckmin, feita por Lula, assemelhando-o a George W. Bush e outros tiranos do mundo.
Em resposta ao adversário, Lula tentou manter-se calmo até onde pode, e procurou ir mais além nas justificativas de suas respostas, recorreu aos conselhos de sua mãe para ilustrar as situações, ou a postura respeitosa e indignada com as insinuações de Alckmin. E mesmo assim, não conseguiu desestruturar a guinada do tucano, contando com a valiosa ajuda da senhora Marta Suplicy através de comentários denecessários veiculados para milhões de brasileiros em pleno horário nobre.
Oposto a tudo isso, Alckmin se engrandece com seu sucesso no debate, procurando fazer o maior número de alianças possíveis, inclusive com o partido de ACM, do qual recebeu uma carta de reivindicações para o suposto apoio.
(Alguém deve avisá-lo que quantidade não se compara com qualidade!)
E assim vamos para um 2º turno, como altos valores de dossiês, doláres, "delegados e o a velha frase: "eu não sabia de nada, fui enganado"
Curiosidade: Se Bush seguisse os conselhos dado por Lula, o que será que ele teria feito?! =)